







































Jerusalém é realmente para ser escrita em maiúscula. Tudo nela respira algo diferente, desde a arquitetura, a cor das casas (sempre dourado dai o nome de Jerusalém de Ouro) até e finalmente a Cidade Velha. É realmente emocionante e em alguns momentos arrepiante andar por lugares por onde a história da civilização judaico cristã se originou, onde passaram romanos, gregos, onde as três principais religiões do mundo coexistem de forma perfeita mas pela qual tantos morreram e continuam morrendo.
Mas vamos aos fatos: Jerusalém é uma cidade e dentro dela está a Cidade Velha que é o que as pessoas associam com Jerusalém.
Em Jerusalem está a sede do governo (Knesset), a Suprema Corte, dezenas de museus entre eles o Museu do Holocausto (Iad Vashem) que somente ele vale uma viagem à cidade.
Hoje só deu tempo de visitar a Cidade Velha. Ela é dividida (só no mapa) em très áreas: Judaica, Cristã (esta dividida entre católicos e ortodoxos) e Muçulmana. Alí estão as principais referências desta religiões: a parede que sobrou do Templo e na qual segundo os judeus a presença de Deus é permanente, a pedra a partir da qual Maomé subiu ao Paraíso e o túmulo de Cristo.
Dos três só não fomos ao templo dos muçulmanos pois não permitem a entrada de pessoas de outra fé.
No Muro que sobrou da destruição do Templo (Muro das Lamentações) os judeus vão para demonstrar sua fé, pedir ou agradecer alguma graça ou simplesmente para festejar algo importante. Praticamente todo dia há dezenas de casamentos e Bar Mitsvot (festa da maturidade do rapaz judeu ao completar os 13 anos) no local com as familias dançando, trazendo suas comidas, etc. tudo na praça adjacente ao Muro.
Já o Santo Sepulcro é um local mais discreto com os fieis se ajoelhando frente à pedra que cobre o local em que se supõe tenha sido enterrado Jesus. Lá tambem está um vaso de barro com uma pedra preta que segundo a tradição é de onde Deus começou a criar o mundo e do qual continua a jorrar energía divina continuamente.
O resto da cidade é uma sucessão de igrejas, mesquitas e sinagogas, algumas famosas, outras sede de ordens religiosas, diversas organizações de ajuda (em todas as religiões) e muita gente morando lá. É interessante ver, em um lugar considerado tão sagrado pelas três religiões, crianças correndo para ir à escola, mulheres fazendo compras, homens fumando seus narguiles, ou seja há toda uma vida normal de uma cidade qualquer. A principal diferença é que não circulam carros o que deve dificultar bastante a vida dos moradores, pois as distancias são grandes com longas escadas, etc. Mas, acredito que os moradores sejam fieis das diversas religiões que suportam qualquer dificuldade pelo privilégio de viver em um lugar como este.
Outra característica local são os Schuk's (comercio local, mais parecido com uma feira gigantesca) aonde pode-se comprar desde pão e doces até tapetes persas, passando por obras de artesanato, camisetas, antiguidades, frutas, temperos, etc. etc. em uma confusão maravilhosa aonde predomina o cheiro dos temperos árabes que são vendidos a granel e impregnam as ruas com seu aroma realmente divino condizente com a cidade.
Bom, melhor que falar é mostrar os diversos locais. Até amanhã!



Estamos encantados com a “nossa” viagem a Israel!!!!
ResponderExcluirAs fotos estão maravilhosas e com um guia fantástico desses não precisamos
de mais nada!!!!
Muito bom!!! Realmente estamos adorando!!
Fico feliz que vocês estejam curtindo.
Aproveitem bastante!
Mil beijos.
Márcia e Aldo