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Hoje fomos visitar a Universidade de Tel Aviv e dentro dele o Museu da Diáspora. Ambos impressionam. O primeiro pela arquitetura, organização e limpeza em contraste com nossa pobre USP na qual o visitante sente a decadência geral por que ela passa. A segunda pela maneira inteligente, didática e bonita de apresentar a história dos judeus desde os tempos de Abraão na Babilonia (atual Iraque) até a fundação do Estado de Israel. Tem filmes, maquetes, dioramas, etc. tudo em um predio de arquitetura que impressiona pela funcionalidade e inexistencia de excessos.
Fomos de ónibus que tambem chama a atenção pela limpeza, bancos forrados em tecido, ar condicionado e ninguem em pé. Quase como um metrô. E como o transito é livre quase todo o dia é o melhor transporte.
Na volta paramos no "Hommos Guivataim" para um prato de hommos completo com grão de bico, azeite de gergelim, ovo, salsinha, e pimenta que dizem que é o melhor da cidade. Se não for é pelo menos o melhor que nos já comemos.
À tarde a Maria Augusta foi descansar e eu me sacrifiquei e fui com a Frida comprar uns arenques, salmão, bagels, blinis, e alguns doces para o jantar porque ninguem é de ferro e saco vazio não fica em pé.
Até amanhã a todos


































Depois de tirar uma pequena parte do atraso de sono (da viagem e de SP) acordamos por volta das 9:00 e fomos com a Frida visitar o Schuk (mercado misto de feira com camelodromo).
