segunda-feira, 30 de março de 2009

Segunda Feira dia 30



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Hoje fomos visitar a Universidade de Tel Aviv e dentro dele o Museu da Diáspora. Ambos impressionam. O primeiro pela arquitetura, organização e limpeza em contraste com nossa pobre USP na qual o visitante sente a decadência geral por que ela passa. A segunda pela maneira inteligente, didática e bonita de apresentar a história dos judeus desde os tempos de Abraão na Babilonia (atual Iraque) até a fundação do Estado de Israel. Tem filmes, maquetes, dioramas, etc. tudo em um predio de arquitetura que impressiona pela funcionalidade e inexistencia de excessos.
Fomos de ónibus que tambem chama a atenção pela limpeza, bancos forrados em tecido, ar condicionado e ninguem em pé. Quase como um metrô. E como o transito é livre quase todo o dia é o melhor transporte.
Na volta paramos no "Hommos Guivataim" para um prato de hommos completo com grão de bico, azeite de gergelim, ovo, salsinha, e pimenta que dizem que é o melhor da cidade. Se não for é pelo menos o melhor que nos já comemos.
À tarde a Maria Augusta foi descansar e eu me sacrifiquei e fui com a Frida comprar uns arenques, salmão, bagels, blinis, e alguns doces para o jantar porque ninguem é de ferro e saco vazio não fica em pé.
Até amanhã a todos

Domingo










Domingo foi dia de passsear em Tel Aviv, rever lugares antigos e conhecer novos. Segue sequencia de fotos.

Sábado à noite




Sábado fomos convidados a jantar na casa dos pais do Ofer. Um pessoal muito interessante, ele é guia turísitico tendo estado varias vezes no Brasil. A mãe é aponsentada. Fizeram um jantar com comidas judaicas tradicionais. Vieram a irmã e cunhados do Ofer com as crianças.

domingo, 29 de março de 2009

Segundo Dia - Sábado








Acordamos para variar tarde e fomos todos juntos a Jaffo, que como já disse, é uma cidade muito antiga do tempo dos romanos. Esta muito bem preservada e hoje abriga museus e lojas de artistas locais (pintores, escultores, etc.).
Almoçamos no AbuLafi restaurante árabe filial de uma padaria na frente que faz os melhores pães recheados de Israel. Comemos Falafel, Hommos de tres variedades e um Schachlik (aquela carme que roda na São João) mas aqui feita de carneiro e perú. Como o restaurante é de árabes não servem bebidas alcoolicas (nem cerveja), mas a atenção é perfeita, sem nenhuma animosidade.

Melhor que falar vejam as fotos.

Encontro com as crianças











Depois do passeio voltamos para casa e os filhos da Frida já tinham voltado do colégio. Apesar de, segundo a Frida, estarem ansiosos com a nossa chegada, como são muito timidos não chgaram perto e até se esconderam. Levou dois dias até deixarem chegar perto.

Passeio na praia






Após o almoço fomos passear na praia aonde se descortina uma vista da nova Tel Aviv com predios que pouco a pouco a fazem parecer com o Guarujá (infelizmente). Mas é um sinal de modernidade. No caminho ve-se predios do tempo da fundação da cidade com forte influencia da Bauhauss que não podem ser derrubados, conservando assim a identidade da cidade.

Primeiro dia





























Depois de tirar uma pequena parte do atraso de sono (da viagem e de SP) acordamos por volta das 9:00 e fomos com a Frida visitar o Schuk (mercado misto de feira com camelodromo).

Iniciamos ai nosso roteiro gastronomico comendo um maravilhoso Chak Chuka (molho de tomate com ovos mexidos e muita pimenta e cobertura de parmesão ralado). Aproveitamos para comprar temperos e alguns ingrdientes para o jantar de domingo.
Seguimos andando até a praia onde se avista Jaffo (cidade antiga conservada desde o tempo dos romanos) e o lado de novos predios na praia.
Pensamos em caminhar até Jaffo mas faltou gás e voltamos para casa
Após breve descanso fomos a um ótimo restaurante italiano onde continuamos o festival:
Entradas: Carpaccio de carne e de beringela, torta de cebola e focaccia.

Pratos principais: ravioli d ebatata doce com molho de creme e camarão, nhoqui de batata com molho de tomate e abobrinha (só nos dois).

O restaurante fica na area da cidade que congrega as principais firmas de High Tech (o Silicon Valley isaelense)

Volta para casa e de sobremesa um maravilhoso Halwa comprado no Schuk que derrete na boca além de alguns "rugalach" (especie de pão doce de chocolate).

Fotos do Shuck, restaurante, predios locais e algumas de Tel Aviv no caminho.

Chegada na casa da Frida


Depois das peripecias da viagem, finalmente por volta das 22 horas chegamos na casa da Frida.
As crianças estavam dormindo e não pudemos entrega os presentes.

Chegada em Tel Aviv


Depois de uma viagem relativamente boa (se 16 horas de vôo em classe econômica pode ser boa) chegamos a Tel Aviv. Antes em Paris implicaram com a mala da Maria Augusta que ficou presa na segurança israelense e somente entregaram no dia seguinte. A seguir foto da Maria Augusta esperando a mala.