


















Hoje fomos visitar a cidade de Haifa.
Levantamos mais cedo e tomamos um trem até lá. O percurso é de 50 minutos aproximadamente em trens de primeira qualidade, poltronas estofadas, ar condicionado, etc. (anexo fotos)
Durante a viagem podemos ver diversas cidades menores como Hadera e alguns Kibutzim (plural de Kibutz) que ainda existem na região.
Infelizmente o projeto original do Kibutz de uma vida comunitária e igualitária praticamente desapareceu e hoje os que sobraram são industrias ou dedicados ao cultivo industrializado com uma forma de trabalho mais proxima da cooperativa. Mas não deixa de ser uma experiência interessante e que ainda inspira alguns jovens ao redor do mundo.
Chegamos a Haifa por volta das 11:00 horas.
Haifa é uma cidade antiga do tempo dos romanos e que hoje abriga principalmente árabes e russos (todos cidadãos de Israel) além de centenas de milionários do mundo inteiro que vem morar ou se aposentar aqui. Digo milionários pelo custo das casas que ficam nas encostas das montanhas com vista maravilhosa para o Mediterrâneo (aqui pobre mora perto da praia e rico no morro, bem mais lógico!).
Tambem é uma cidade de artistas com ateliers, galerias, etc.
Os russos vieram após a queda do muro de Berlim e contribuiram com inúmeros físicos, matemáticos e todo tipo de cientista, mas hoje há uma superpopulação de cientistas e vemos alguns empregados em fábricas, como porteiros, etc. Contudo tem um mínimo de qualidade de vida pois, além do salário minimo aqui se da ordem de mais de US$ 1.000,00 eles não tem certos gastos como nos: escola, plano de saúde, plano de aposentadoria, segurança, etc. pois o governo garante escola em todo nível, saúde publica e aposentadoria razoável universal e gratuita de boa qualidade. Quanto à segurança existe mas não é opresiva, somente nos locais públicos há um guarda que olha as bolsas, mochilas, etc. mas sem portas giratórias com detectores de metais que humilham as pessoas no Brasil.
Após descer do trem tomamos um ónibus para Carmel que fica nas montanhas (aprox. 1000 m de altitude) aonde visitamos algumas lojas e comemos um ótimo falafel.
Começamos a descida a pé até chegar ao templ Bahai.
O elemento dominante da cidade é o templo Bahai, sede da "religião" Bahai. Ponho entre aspas pois não chega a ser uma religião no sentido que lhe damos, pois não tem clero, dogmas, livros sagrados, datas festivas, ou quaisquer outros elementos que distinguem as religiões conhecidas.
Isto pode ser visto pelo seu credo que é:
O abandono de todas as formas de preconceito.
A plena igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.
O reconhecimento da unidade e da relatividade da verdade religiosa.
A eliminação dos extremos de pobreza e riqueza.
A concretização de uma educação universal.
A responsabilidade de cada indivíduo na pesquisa independente da verdade.
O estabelecimento de uma federação mundial de nações.
O reconhecimento de que a verdadeira religião está em harmonia com a razão e com a busca do conhecimento científico.
A plena igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.
O reconhecimento da unidade e da relatividade da verdade religiosa.
A eliminação dos extremos de pobreza e riqueza.
A concretização de uma educação universal.
A responsabilidade de cada indivíduo na pesquisa independente da verdade.
O estabelecimento de uma federação mundial de nações.
O reconhecimento de que a verdadeira religião está em harmonia com a razão e com a busca do conhecimento científico.
Parece (e é) um pouco utópico, mas é o mais proximo de uma crença seria que eu já encontrei.
(Não, não me converti nem entrei na seita...)
Infelizmente as visitas ao templo são somente das 9 às 12 horas assim que somente tivemos acesso a parte dos jardins os quais pelo cuidado e desenho dão uma ideia do templo e outras construções do local.
Depois de umas duas horas de descida passeando entre as residências dos morros passamos or um Centro de Convivência entre árabes, judeus e muçulmanso (última foto). Espero que tenham éxito!.
Dalí voltamos à estação de trem para retorno a Tel Aviv aonde jantamos um divino Homos na Homos Guivataim já mencionado.
Ai já eram quase 22 horas e como no Brasil seriam 16 horas ainda tive que atender duas ligações de uma construtora pedindo orçamento urgente (espero que ajude a pagar a conta) e às 23 horas fomos dormir.
Amanhã será dia calmo para repor energias. Irei visitar a minha mãe que mora em Rechovot (entre Tel Aviv e Jerusalém) e a Maria Augusta e Frida programam uma ida a um outlet da região. Como não deve ter muito que contar volto na quinta na volta de Jerusalém
Nossa !!! Cada lugar mais lindo do que o outro.
ResponderExcluirIsrael é muito mais linda do que eu imaginava.
Téia.
Também amei!!! As fotos estão lindas , estamos adorando viajar com vocês!
ResponderExcluirMil beijos