
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Quarta feira 8 de abril de 2009
Estamos nos dois últimos dias da viagem. Hoje à noite se comemora o inicio de Pessach festa que, apesar do nome similar à Pascoa, não tem relação pois refere-se à saida dos judeus do Egito e significa "Passagem" da escravidão para a Liberdade. Apesar da maioria dos israelenses não serem religiosos esta festa é algo similar ao Natal cristão que todos comemoram mesmo sem frequentar igreja, comungar, etc. o que faz com que todas as familias se reunam para jantar nesta noite. Nos iremos jantar na casa dos pais do Ofer. Outra consequência é que a partir das 14 horas tudo (mas tudo mesmo com exceção da Polícia, hospitais e similares) fecha até amanhã à noite. Como a esta hora de amanhã já deveremos estar no avião termino este blog com um suplemento especial chamado "OS GATOS DE ISRAEL" que homenageia tanto os bichanos como o povo que mostra civilidade não maltratando, cuidando e respeitando-os.
ATÉ A PRÓXIMA!!
ATÉ A PRÓXIMA!!
Terça feira, 7 de abril de 2009










Infelizmente a viagem está chegando ao fim de forma que não há grandes novidades ou coisas para mostrar. Visitar sim, mas fica para a próxima: Eillat no sul um balneário na fronteira do Egito, Massada, o Mar Morto, o norte com as fronteiras com o Líbano e Síria, etc. etc. Ou seja uma boa desculpa para voltar logo.
Quanto ao dia foi calmo, saimos com a Frida, Ofer e as crianças para um leve café da manhã típico israelense e depois voltamos a Jaffo para as últimas compras. No caminho passamos pela área onde Tel Aviv foi fundada e onde esta o local em que foi declarada a independência em 1948. À noite fui com o pessoal de uma firma com a qual trabalho e após a visita ao escritório convidaram para jantar em Herzlia (cidade próxima à beira mar com uma marina enorme).
As duas últimas fotos são para mostrar que eu tambem estive na viagem, não só a Maria Augusta.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Segunda feira dia 6 de abril


















Viagem a Acco (em português Acre)
O nome foi dado eem homenagem a São João de Acre, mas na verdade é uma das cidades mais antigas do planeta com referências a ela em papiros do Faraó Thutmose III e Ramses II aparecendo em cronicas assírias do século 8 A.C. Naquele tempo Acre era um porto importante do Mediterraneo onde eram trocadas as mercadorias provenientes do Oriente. Foi daqui que São Paulo embarcou em sua jornada para espalhar o cristianismo além mar e aonde Ricardo Coração de Leão voltou um milénio depois para recuperar a Terra Santa das mãos dos muçulmanos. Seu nome aparece diversas vezes na Bíblia desde o Livro dos Juizes até fazendo parte do imperio do Rei David. Por aqui tambem passaram Alexandre O Grande em 332 A.C. e Julio Cesar em 47 A.C. poucos anos antes de Herodes desembarcar aqui e iniciar a conquista da terra Santa fundando Cesarea (ver visita de 2/4). Foi aqui tambem que se iniciou o declinio de Napoleão na sua tentativa de conquistar o mundo em 1799.
Esta introdução é necessária para entenderem como a cidade foi construida, destruida e reconstruida diversas vezes, quase sempre por cima das anteriores, de forma que hoje em dia nas excavações em andamento são encontaradas coisas inimaginãveis como salões de mais de 1.000 m2 com abóbodas de pedra de 15 m de altura que ficaram cheias de terra durante séculos, túnies que comunicavam os palácios entre sí e com o mar com centenas de metros de comprimento aonde um homem andava confortvelmente em pé e assim por diante. Devido à longa historia de troca de dominadores há, como em quase todo lugar em Israel, mesquitas, sinagogas e igrejas convivendo pacificamnete. Nas fotos verão um pouco da Igreja de São João do tempo das Cruzadas, o túnel dos templários, da Mesquita El-Jazzar e as magníficas salas da Cidadela, fortaleza que esta sendo recuperada, além de imagens da muralha que circunda a cidade. Sem esquecer do Shuck (rua de lojas de bugigangas) e dos gatos onipresentes em todo Israel.
Domingo, 5 de abril de 2009




Museu do Holocausto
Hoje fomos ao museu do Holocausto construido na vizinhança de Jerusalém em homenagem aos mortos na Europa durante o governo de Adolf Hitler. Realmente não há palavras para descrever o que é mostrado lá. Só estando lá. A emoção vai num crescendo que é impossível não ter lágrimas rolando o tempo todo. As fotos, os depoimentos, os objetos, etc. Acredito que todo mundo deveria passar um dia neste local para ver aonde chega a capacidade humana de fazer o mal. Não são permitidas fotos assim que só temos algumas do lado externo.
Assinar:
Comentários (Atom)



















